Sábado, Março 18, 2006

(para en-catar) historia indeterminávél EPISODE SE(I)X

tornar realmente mulher. A sua roupa interior começava a ganhar uma temperatura bastante elevada e húmida. Ver Chã ali , naquele belo Jardim cheio de flores e de luz, despertou a libido de Laurinda, que estava já a fantasiar com o estrondoso momento em que Chã acordava e começava a caminhar na sua direcção. Ao chegar junto de Laurinda, toca-lhe suavemente o rosto, olha-a nos olhos e os seus lábios vão-se aproximando. Um beijo excessivamente intenso acontece, mãos vão percorrendo o corpo de Laurinda de uma forma agradavelmente agressiva, rápida mas muito carinhosa. Laurinda é levada até um dos bancos do Jardim, onde é sentada e o seu corpo é acariciado por lábios quentes. Num intenso momento, que envolve linguas e dedos, Laurinda é suavemente penetrada e sente todo o seu corpo vibrar e deixa escapar alguns gemidos de prazer. Para quem achava que este episódio ia funcionar como conto erotico AZAR! Procurem outro blog!Este é o máximo de pseudo-erotismo que vai haver...
Laurinda desperta com um grito que vem dA VILA, qualquer coisa que lhe pareceu um "Só se for com vaselina", e vai, saltitante, acordar Chã que ressona profundamente.
Regressam os dois ao convento, Laurinda arrastada pelos cabelos (depois de violentamente espancada) por Chã.
Nos cuidados intensivos Laurinda, está já meio consciente, e percebe que fantasiou com a Irmã Chã ("a pobre freira era tão despistada que, além de não se ter apercebido de toda aquela confusão, por vezes também se esquecia que era mulher..." e agia realemente como um homem levando muitas das freiras a considera-la como tal) e voltou a questionar a sua sexualidade mais uma vez. Perdida nos seus pensamentos a tentar encontrar uma solução Laurinda não percebeu que tinha entrado no quarto a Irmã Maria José para lhe trazer o pequeno almoço (cujo valor ficaria anotado, num caderno com mais de 20 anos, e ao qual seriam acrescentados juros e valores de produtos não consumidos). A Irmã Maria José deixa o tabuleiro na mesa de cabeceira e volta para junto da porta do gabinete da Madre Antónia José que estava reunida com a Irmã Paula Robalo para juntas decidirem como iam resolver a crise que entretanto se tinha instalado no convento por haver demasiadas irmãs a fazerem chamadas telefónicas para Deus e como iriam despachar algumas das irmãs que já estavam à muito tempo no convento.
Laurinda, completamente ensopada em café com leite, depois de arrotar e de se peidar levanta-se da cama e vai...

4 Comments:

Blogger nokturn said...

Que personagens...
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