Sábado, Agosto 05, 2006

(para en-catar) historia indeterminávél EPISODE NOIOIVE

...O astrólogo: Professor Gorila Amigo. Este famoso astrólogo, pode ajudá-lo na sua vida sexual (por ser doutorado em feiras eróticas e afins), profissional..., e musical( musical porque ao mesmo tempo que lança cartas com o pé esquerdo, ainda toca acordeão, com a boca sopra para um pauzinho com um buraco no meio, que entoa um som repetitivo e monóacordico e com o pé direito ainda consegue coçar a sua própria zona genital...). Na chegada de Gorila, aguardava-o á entrada a Madre São, uma senhora sem pernas que ficava sempre sentada á entrada e, que o telefone ainda não tinha tocado e já ela já o tinha atendido, telefonou para o escritório de Laurinda( extenção 169) que acompanhou Gorila aos aposentos da irmã para começar desde já o exorcismo. Para o exorcismo foi necessário um boneco (insuflavél) para conseguir prender Leonor á cama, foi fácil pois esta abraçou-se a ele e NUNCA mais o largou...
Enquanto se dava o exorcismo, ficou a restante irmandade invadindo o local de oração de Padre Cunha. Todos eles bebendo "o sangue de cristo".... Foi então que Laurinda, vem aos gritos vinda de trás da capela, dizendo que irmã Filipa nâo se estava a sentir bem... Estava esta agora a ver dinossáurios no chão.... Laurinda correu logo ao encontro do gorila amigo, quando entra no quarto de Leonor, continuava esta agarrada ao boneco (agora vasio) e estava Gorila, a faser uns gestos esquesitos com as mãos e emitir sons... (segundo o Mestre Ramalho, que ainda estava em desintoxicação de Ice Tea de pêssego, e que era perito em código Morse, o Gorila tentava contar uma história de um indivuduo que era atropelado...).
Decidiram fumar uns charros e deixar tudo como estava...
Tinha sido um dia esgotante para Laurinda, esta foi reflectir um pouco para os jardins, desejando mais que tudo que um milagre se desse no convento. Sentou-se num cogumelo gigante e esteve a conversar com uma lagartinha maluca que fumava imenso... foi então que a sua barriga começa a crescer, a crescer, a crescer ouve-se um BOOM e sai de lá de dentro uma vitela maluca a qual deu o nome de Ana. Ana era dificil de domar, pois estava sempre a dar coices. Laurinda leva Ana Vitela para o convento...

Post by: Lady die

Sexta-feira, Agosto 04, 2006

(para en-catar) historia indeterminávél EPISODE (BIS(C)OITO

...deu um grito horrivelmente estridente e agudo. O Sacristão Mário, que estava só de passagem, aproximou-se em grande alvoroço para dar um sermão à pobre da Irmã Leonor, pois no seminário onde ele estava a estagiar não se podia ter esse tipo de atitudes e ele não estava habituado aquele tipo de escandaleira, que associava rápidamente à falta de fé. A Irmã Leonor ouviu silênciosa e pacientemente o Sacristão que transbordava sabedoria, sem nunca o questionar. O Sacristão Mário retirou-se para o seu quarto, onde foi purificar a alma (por causa do grito "blasfemoso" sa Irmã Leonor) ao som de uma doce(tão doce que enjoa) e repetitiva música. A Irmã Leonor foi finalmente esmagar o Padre Cunha com um abraço e segiu caminho destribuindo abraços em série por todo o convento, uma vez que esta era a sua tarefa. Durante esta dura jornada de alegria e paz a irmã foi interrompida por um veloz e quase mortal crucifixo metálico que lhe estampou na testa uma conhecida marca de azeite. A partir deste dia as únicas palavras pronunciadas pela Irmã Leonor eram "Cuidado com o degrau, Desligue o telemóvel" e muito raramente lá lhe saia um "se tiver". Como ninguem conseguia perceber o que é que aquilo queria dizer, todas as estranhas personagens do convento, e arredores, acharam que aquilo só podia ser uma obra mephistofelica TETEzesca e que era urgente uma intervenção exorcista. Laurinda tinha sido a unica "pessoa" a lidar com o sobrenatural e o para(a)normal e então sugeriu ao convento, e arredores, que se procurasse o Mestre Didi ou a Maga Erika.
A Irmã Filipa pegou logo no telemóvel e marcou de imediato 118 para obter os contactos de ambos. Encontrados os números e feitos os contactos , depois de uma votação secreta, manipulada pelo Sacristão, o beato Chico ficou reponsável por ir à estação de cÁminÉtes (usando o é sem acento tambem dava uma bela palavra) e trazer até ao convento...

(Sacristão: É a pessoa que, sob a orientação do responsável da igreja, assume a sua guarda, limpeza e decoração; trata das alfaias e do mais necessário às celebrações; assegura o toque dos sinos; etc)

Quinta-feira, Agosto 03, 2006

(para en-catar) historia indeterminávél EPISODE SE(N)TE

... para a capela. A capela era mágica! Por fora, um triângulo de chapa de zinco canelada, pintada com tinta de água podre, com coloração azul. Por dentro, Preta. Quer fosse dia, quer fosse noite, o seu interior era igual.
Falávamos de Laurinda!?! Questionando-se mais uma vez da sua sexualidade, após tomar o pequeno almoço e ter pago e ainda ter ouvido uma voz estridente e aguda a dizer "QUERES TROCO?", foi á capela e perguntou..." Oh... Oh, senhor das alturas, que me guiaste toda a minha vida, mas além de ter sido quando estavas bêbedo com sangue, mas nunca me deixaste de guiar...Ajudai-me a encontrar o meu caminho..." Foi neste momento que Laurinda ouve um barulho metálico vindo do cimo da capela. Laurinda, ainda de olhos fechados, tenta seguir o som. Vai tropeçando em coisas estranhas e frias que se encontravam no chão, tropeça também na Irmã Filipa que tinha adormecido no chão enquanto tentava mandar uma sms para o seu amante secreto! Mas mesmo assim Laurinda continuou, lembrando-se que o Senhor(bêbedo)apenas ajuda a encontrar um caminho, não estende própriamente uma passadeira vermelha... Laurinda encontra um degrau, sobe, encontra outro, sobe-o também, encontra o terceiro e pára, é interrompida por umas mãos másculas que a impedem de continuar a subir. Laurinda, gozando (dizer em brazuka) de tanta felicidade, ainda de olhos fechados e com um sorriso ridiculo na cara, nem percebeu que quem a agarrava era o Padre Cunha que estava na capela a trocar e a afinar as velas dos candelabros, que tinham dado um curto circuito na última missa das 7. Padre Cunha abanava-a, com cuidado, podia esta estar sonâmbula e depois fica maluca de vêz... Ele abanava-a e dizia (hi hi hi) "Laurinda! Laurinda sua croma!(hi hi hi) o que é que está aqui a faser?" Foi quando Laurinda abriu os olhos, abriu os olhos e deparou-se com um ser de cabelos compridos (muito bem penteados!), e uns olhos profundos vidrados(hi hi hi) a fixarem-se nela. Foi aí, exactamente aí que.... se ouviu como música de fundo aquela música famosa, composta de 5 notas insignificantes mas que ficam no ouvido durante meses a fio, e que fazia parte do filme- ENCONTROS IMEDIATOS DO 3º (de)GRAU! Laurinda percebeu que o que queria realmente desde o dia que nasceu, era partilhar uma melancia gigante com um liquido que deixa as pessoas meio zonzas, e fumar uns pauzinhos (pode ser da irmã Maria -axo que a droga dela é boa!) com esse ser divino!
Foi então, depois de muito tempo (prai uma meia hora) a olharem um pro outro e a trocar pensamentos rebelbes... que apareceu para ir para a fonte,e trazia na cabeça um pote, Leonor pela verdura, ia fermosa e não segura, ia fermosa e não segura, logo que os viu....

Post by: Lady Die

Quarta-feira, Julho 26, 2006

Team Maravilha...

Numa noite de euforia (pelo menos da minha parte) em que a equipa técnica do chapitô, acompanhada por uma melancia de uma tonelada(se não era isso era quase), e outras coisas, conviveu e se divertiu. Despejando cinzeiros, brincando com massas, rindo, e claro: CURTINDO COM O Paulo Cunha :p Aqui transcrevo a memória descritiva escrita por todos os presentes no camarim: " Numa noite sombria, rodeados de pulgas e ácaros nos colchões do chapitô! Chapitô, para conseguir um dia chegar a um qualquer lugar onde caminham meus pensamentos sãos? meus pensamentos sãos deviamos ser todos com o seguro de vida da tranquilidade quase familiar, a maioria destes dormiam socegados 'tavam eles quando o vento suprou e ñ se levantou porque teve de ir limpar o chão que a abelha abriu a doçura ao mundo que queria dançar porque a vida é uma lição satisfatória e completa\curta metragem que fora iniciada naquele mesmo dia, existiam e existem muitos palhaços, q pensam ser realizadores de filmes de conteúdo duvidoso mas que todos valentes chegaram cantaram e descobriram magickos são os mundos de fadas, duendes, goblins, elfos e dos palhaços que suspiram de alegria com os aplausos com itensidade do barulho da fita cola ainda perdura confortavélmente instalada numa dormencia abstracta violência derretida sobre almas passivas! Invisivél é a inocencia de uma criança quando nasce."
(para quem não tenha percebido:) Cada cor corresponde ao texto de uma pessoa

Post by : Lady die Missing the Team Maravilha

Sexta-feira, Junho 30, 2006

Arruda

A arruda (Ruta graveolens L, Ruta montana, Ruta sativa, Ruta hortensis, Ruta latifolia) é uma planta da família das Rutáceas.

Também é denominada como arruda-fedorenta, arruda-doméstica, arruda-dos-jardins, ruta-de-cheiro-forte.

Subarbusto muito cultivado nos jardins em todo o mundo, devido às suas folhas, fortemente aromáticas. Atinge até um metro de altura, apresentando haste lenhosa, ramificada desde a base. As folhas são alternas, pecioladas, carnudas, glaucas, compostas, de até 15 cm de comprimento. As flores são pequenas e amareladas. O fruto é capsular, de quatro ou cinco lobos, salientes e rugosos, abrindo-se superior e inteiramente em quatro ou cinco valvas.

A medicina popular indica-a nos casos de supressão da menstruação, por seu efeito fortemente emenagogo. Também possui efeitos abortivos.

Suas folhas são utilizadas como chá com fins calmantes. Na forma de infusão (20 gramas para um litro de água), ou empregando-se as folhas secas em pó, combate os piolhos .

Uma crença popular de raiz africana, remontando aos tempos coloniais, dita que os homens usem um pequeno galho de folhas por cima de uma orelha, ou que um galho das mesmas seja mantida no ambiente, para espantar maus espíritos.


Medicinal

Repelente de insetos e ratos, a planta não deve ser ingerida, pois é altamente tóxica; mulheres grávidas também não devem usá-la pois é abortiva; Causa confusão mental, convulsões e dores violentas nos intestinos. Seu uso deve ser restrito ao externo sob forma de cataplasmas para pernas varicosas, ou alívio de dores de ciática ( aplicar no local diretamente, passando antes óleo para não irritar a pele). Folhas frescas, dispostas sobre a testa, aliviam a dor de cabeça.


Utilização

  • Uso caseiro: Como o poejo, é excelente para lavar os animais domésticos, para acabar com as pulgas e é inofensiva aos bichos. É utilizada também para combater a sarna. Infusão com 4 col sopa da erva em 1 litro de água. Seus ramos atuam como repelente de ratos.
  • Uso culinário: Não recomendado uso interno.
  • Uso mágico: Carregar arruda atrás da orelha para espantar o mau-olhado (portugueses). Ritos africanos usavam arruda, e a própria Igreja chegou a usá-la sob forma de vassourinhas para aspergir água benta sobre os fiéis em missas solenes. O banho com arruda combate todos os tipos de mau-olhado. Sempre foi uma erva associada à proteção contra bruxas, espantando o quebrante.

Aromaterapia: Galhos de arruda floridos colocados num vaso sem água para secar, limpam e purificam qualquer ambiente e estados díspares de espírito.

Efeitos colaterais: Se ingerida, pode provocar hemorragias internas

para mais informações:
http://www.jardimdeflores.com.br/ERVAS/A05arruda.htm

Sexta-feira, Março 24, 2006

Eternamente... (dedicado a Senninha ....)

"E foi assim que descobri que todas as coisas continuam para sempre, como um rio que corre ininterruptamente para o mar, por mais que facam para o deter (...) Acredita na eternidade das pedras e nao na dos sentimentos; acredita na integridade da agua, do vento, das estrelas. Eu acredito na continuidade das coisas que amamos, acredito que para sempre ouviremos o som da agua no rio onde tantas vezes mergulhamos a cara, para sempre passaremos pela sombra da arvore onde tantas vezes paramos, para sempre seremos a brisa que entra e passeia pela casa, para sempre deslizaremos atraves do silencio das noites quietas em que tantas vezes olhamos o ceu e interrogamos o seu sentido. Nisto eu acredito: na veemencia destas coisas sem principio nem fim, na verdade dos sentimentos nunca traidos (...)E de novo acredito que nada do que e importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Nao perdi nada, apenas a ilusao de que tudo podia ser meu para sempre."

Mas "nao posso negar o que vi, o que cheirei, o que senti, o que amei. Nao posso negar que fui feliz (...) Enquanto me lembrar, estarei vivo, porque esse e o mais certo indicio de vida. Eu estarei vivo e, vivendo, nao deixarei morrer quem caminhou comigo, ao longo do caminho."

(Miguel Sousa Tavares)


Palavras para quê? Apenas posso dizer Eternamente...

TRANSCRITO POR: Lady die
Fotografia de Senninha

INSOMNIA... 2h50m

21 Março 2006...

Dissolvendo-me nas cores de uma paisagem matinal imaculada, cuja geada é apelo da minha mente, repouso.
Transformam-se meus pensamentos em vento, chegando como murmúrios a alguém com pensamentos.
Sonhando, crio o rio que passa abaixo dos meus pés .
Relembro agora o choro de alguém antigo que sofrera outrora, nessa mesma paisagem sombria.
Envolvida num surrealismo, que me precorre na escuridão quase constante, inspiro-me...
Imaginando-me em paz, sinto-me embater em algo duro, entrando no rio e tentando então chegar á margem com o meu corpo rasgado.
Reparo que a magia encarnada em mim, tinha agora a cor contrastante de minha carne. No silêncio que se tornava ensurdecedor, existia, quase como uma oração, um riso de maldade, vindo da paz onde eu estava no passado.
O frio desse rio mágico fumegava com o calor de meu sangue que nele corria.
Um riso que ecoava no Ar, as cores haviam mudado, eu já não estava em paz, o Sol nasceu e eu não estava sózinha!

By: Lady die...

Sábado, Março 18, 2006

(para en-catar) historia indeterminávél EPISODE SE(I)X

tornar realmente mulher. A sua roupa interior começava a ganhar uma temperatura bastante elevada e húmida. Ver Chã ali , naquele belo Jardim cheio de flores e de luz, despertou a libido de Laurinda, que estava já a fantasiar com o estrondoso momento em que Chã acordava e começava a caminhar na sua direcção. Ao chegar junto de Laurinda, toca-lhe suavemente o rosto, olha-a nos olhos e os seus lábios vão-se aproximando. Um beijo excessivamente intenso acontece, mãos vão percorrendo o corpo de Laurinda de uma forma agradavelmente agressiva, rápida mas muito carinhosa. Laurinda é levada até um dos bancos do Jardim, onde é sentada e o seu corpo é acariciado por lábios quentes. Num intenso momento, que envolve linguas e dedos, Laurinda é suavemente penetrada e sente todo o seu corpo vibrar e deixa escapar alguns gemidos de prazer. Para quem achava que este episódio ia funcionar como conto erotico AZAR! Procurem outro blog!Este é o máximo de pseudo-erotismo que vai haver...
Laurinda desperta com um grito que vem dA VILA, qualquer coisa que lhe pareceu um "Só se for com vaselina", e vai, saltitante, acordar Chã que ressona profundamente.
Regressam os dois ao convento, Laurinda arrastada pelos cabelos (depois de violentamente espancada) por Chã.
Nos cuidados intensivos Laurinda, está já meio consciente, e percebe que fantasiou com a Irmã Chã ("a pobre freira era tão despistada que, além de não se ter apercebido de toda aquela confusão, por vezes também se esquecia que era mulher..." e agia realemente como um homem levando muitas das freiras a considera-la como tal) e voltou a questionar a sua sexualidade mais uma vez. Perdida nos seus pensamentos a tentar encontrar uma solução Laurinda não percebeu que tinha entrado no quarto a Irmã Maria José para lhe trazer o pequeno almoço (cujo valor ficaria anotado, num caderno com mais de 20 anos, e ao qual seriam acrescentados juros e valores de produtos não consumidos). A Irmã Maria José deixa o tabuleiro na mesa de cabeceira e volta para junto da porta do gabinete da Madre Antónia José que estava reunida com a Irmã Paula Robalo para juntas decidirem como iam resolver a crise que entretanto se tinha instalado no convento por haver demasiadas irmãs a fazerem chamadas telefónicas para Deus e como iriam despachar algumas das irmãs que já estavam à muito tempo no convento.
Laurinda, completamente ensopada em café com leite, depois de arrotar e de se peidar levanta-se da cama e vai...