... para a capela. A capela era mágica! Por fora, um triângulo de chapa de zinco canelada, pintada com tinta de água podre, com coloração azul. Por dentro, Preta. Quer fosse dia, quer fosse noite, o seu interior era igual.
Falávamos de Laurinda!?! Questionando-se mais uma vez da sua sexualidade, após tomar o pequeno almoço e ter pago e ainda ter ouvido uma voz estridente e aguda a dizer "QUERES TROCO?", foi á capela e perguntou..." Oh... Oh, senhor das alturas, que me guiaste toda a minha vida, mas além de ter sido quando estavas bêbedo com sangue, mas nunca me deixaste de guiar...Ajudai-me a encontrar o meu caminho..." Foi neste momento que Laurinda ouve um barulho metálico vindo do cimo da capela. Laurinda, ainda de olhos fechados, tenta seguir o som. Vai tropeçando em coisas estranhas e frias que se encontravam no chão, tropeça também na Irmã Filipa que tinha adormecido no chão enquanto tentava mandar uma sms para o seu amante secreto! Mas mesmo assim Laurinda continuou, lembrando-se que o Senhor(bêbedo)apenas ajuda a encontrar um caminho, não estende própriamente uma passadeira vermelha... Laurinda encontra um degrau, sobe, encontra outro, sobe-o também, encontra o terceiro e pára, é interrompida por umas mãos másculas que a impedem de continuar a subir. Laurinda, gozando (dizer em brazuka) de tanta felicidade, ainda de olhos fechados e com um sorriso ridiculo na cara, nem percebeu que quem a agarrava era o Padre Cunha que estava na capela a trocar e a afinar as velas dos candelabros, que tinham dado um curto circuito na última missa das 7. Padre Cunha abanava-a, com cuidado, podia esta estar sonâmbula e depois fica maluca de vêz... Ele abanava-a e dizia (hi hi hi) "Laurinda! Laurinda sua croma!(hi hi hi) o que é que está aqui a faser?" Foi quando Laurinda abriu os olhos, abriu os olhos e deparou-se com um ser de cabelos compridos (muito bem penteados!), e uns olhos profundos vidrados(hi hi hi) a fixarem-se nela. Foi aí, exactamente aí que.... se ouviu como música de fundo aquela música famosa, composta de 5 notas insignificantes mas que ficam no ouvido durante meses a fio, e que fazia parte do filme- ENCONTROS IMEDIATOS DO 3º (de)GRAU! Laurinda percebeu que o que queria realmente desde o dia que nasceu, era partilhar uma melancia gigante com um liquido que deixa as pessoas meio zonzas, e fumar uns pauzinhos (pode ser da irmã Maria -axo que a droga dela é boa!) com esse ser divino!
Foi então, depois de muito tempo (prai uma meia hora) a olharem um pro outro e a trocar pensamentos rebelbes... que apareceu para ir para a fonte,e trazia na cabeça um pote, Leonor pela verdura, ia fermosa e não segura, ia fermosa e não segura, logo que os viu....
Post by: Lady Die